Ir a uma nutricionista não foi exatamente uma resolução de ano novo, mas eu resolvi fazer isto no início do ano e, claro, só agora, final de agosto é que levei a resolução a cabo.
Eu sou do tamanho que eu sou - grande - desde os meus 18 anos e pouca coisa mudou em termos de tamanho de roupa, mesmo oscilando entre 5kg do menor ao maior peso. Só que a gente vai envelhecendo e o corpo vai se sedimentando de uma forma que vc vai engordando aos poucos, não percebe porque as roupas continuam cabendo, e a balança vai ali subindo 1kg por ano... passar dos 30 é um horror.
Além disso, na minha rotina não tem lugar pra dieta da revista, pois não acordo às seis, sete, e jamais vou jantar às oito para dormir às dez. Por isso, só uma nutricionista poderia me dizer o que comer e a que horas.
E aí fui, amei, contei pra ela tudo o que eu comia durante os meus dias e descobri que como proteína de menos. Durante a semana sou praticamente vegetariana, não tomo leite, não amo queijo, quase não como carne e esse é o meu problema. Eu estou perdendo massa muscular e deixando de perder gordura mesmo me exercitando regularmente.
(Se vc for vegan e estiver lendo esse post, antes de me encher a caçuleta, dê meia volta e xau.)
Daí ela me passou uma dieta mega mole de fazer no meu dia a dia corrido, me deu umas dicas pra ansiedade com comida (que nem sempre me ataca mas, né?), e praticamente me obrigou a comer proteína em todas as refeições, me passando até uma dose pequena, mas diária, de suplemento.
Enfim, na prática, o que tem a ver mesmo com esse blog é que talvez eu precise comprar uma grelha ou uma frigideira maior, mesmo estando proibida de fazer isso, porque vou precisar preparar carne em casa, o que eu odeio e tenho pavor porque suja tudo. Então TALVEZ precise.
Mas prometo que só vou comprar SE encontrar uma bem boa demais linda e perfeita. Quem sabe uma Le Creuset que dura a vida toda?
Uma experiência pessoal que começou com um ano sem comprar (quase) nada, e continua, na direção de uma vida menos complicada!
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Filosofia #1
"O objetivo crucial, talvez decisivo, do consumo na sociedade de consumidores (mesmo que raras vezes declarado com tantas palavras e ainda com menos frequencia debatido em público) não é a satisfação das necessidades, desejos e vontades, mas a comodificação ou recomodificação do consumidor: elevar a condição dos consumidores à de mercadorias vendáveis. É, em última instância, por essa razão que passar no teste do consumidor é condição inegociável para a admissão na sociedade que foi remodelada à semelhança do mercado [...] Tornar-se e continuar sendo uma mercadoria vendável é o mais poderoso motivo de preocupação do consumidor, mesmo que em geral latente e quase nunca consciente." (Zigmunt Bauman)
Será que dá pra reverter?
Será que dá pra reverter?
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Nova York e o começo de tudo
Por que começar as postagens falando de um lugar que virou (pelo menos até a alta do dólar) um dos paraísos de consumo dos brasileiros?
Bem, não foi para comprar que fui pra NY. Uns 279 desejos vinham antes do de comprar na Big Apple: conhecer o Central Park, assistir a um musical na Broadway, visitar museus maravilhosos, ver o Chrysler Building, enfim, tanta coisa linda e enquanto eu agendava visto, comprava dólares e passagem, todo mundo só me falava em compras. A ponto de eu ficar meio desanimada com a viagem e me questionar se não deveria ir para a Europa, onde tudo é caro mesmo, não se compra quase nada e se passeia igual.
No meio disso tudo, começaram as economias para que eu aproveitasse para comprar lá tudo o que eu compraria aqui entre abril e julho. E daí que eu vi que não era tão duro assim não comprar, embora um ano talvez fosse um desafio difícil.
Diferente de vários blogs de mulheres que ficaram um período sem compras, minha conta bancária em momento algum esteve a perigo e eu nunca fui uma viciada em roupas. O que me motivou mesmo, além do investimento na viagem, foi a leitura de material de filosofia sobre o consumo. Meu pai comprou um livro de que me esqueci o nome, nós às vezes discutíamos sobre consumo, e eu acabei comprando o Vida para o consumo, do Bauman.
As reflexões trazidas pela leitura do livro me fizeram decidir pela experiência e tem tornado tudo bem mais fácil. Não comprar tem sido uma opção como qualquer outra e não um enorme sacrifício.
Em NY eu relaxei e comprei. Meu dinheiro foi embora praticamente sem controle e quando eu vi já tinha acabado. Mas já estavam na minha consciência atitudes em relação às compras que talvez eu não tomasse caso não tivesse o plano de um ano sem compras na cabeça: eu praticamente só comprei peças de roupa básicas, maquiagem de base, objetos que vou usar (um aparador de livros, uma lancheira térmica, um telefone e um tablet), pouca coisa de lembrança (uns imãs, uma caneca e um chaveiro) e larguei para lá milhares de coisas.
A regra das roupas era: se não ficar perfeito, não levo. E funcionou bem. Além disso, tiramos um único dia para fazermos compras num outlet e nos outros foram apenas passagens rápidas por algumas lojas. Era hora de relaxar e eu relaxei e curti muito.
E desde o primeiro momento eu percebi que NY é muito mais do que um simples destino de compras. É uma cidade inacreditável, lindíssima e cheia de descobertas. Os americanos de lá me surpreenderam por serem tão solícitos, embora às vezes eu me estressasse um pouco com seu comportamento tão eficiente em tudo, que não te dá tempo nem de pensar. Mas em nenhum momento padecemos por não ter ninguém para nos ajudar ou nos dar uma informação.
Nova York ainda está nos meus planos de viagens. Com certeza ainda volto lá um dia. E se você não tem grana para voltar com duas malas de 32k para o Brasil (coisa da qual vi vários brasileiros se gabando) mas tem o suficiente para passear, vá. Não perca tempo e vá. Traga uma caneca estampada com I ♥ NY só para não passar em branco e volte com a alegria que um lugar tão legal vai deixar dentro de você.
Bem, não foi para comprar que fui pra NY. Uns 279 desejos vinham antes do de comprar na Big Apple: conhecer o Central Park, assistir a um musical na Broadway, visitar museus maravilhosos, ver o Chrysler Building, enfim, tanta coisa linda e enquanto eu agendava visto, comprava dólares e passagem, todo mundo só me falava em compras. A ponto de eu ficar meio desanimada com a viagem e me questionar se não deveria ir para a Europa, onde tudo é caro mesmo, não se compra quase nada e se passeia igual.
No meio disso tudo, começaram as economias para que eu aproveitasse para comprar lá tudo o que eu compraria aqui entre abril e julho. E daí que eu vi que não era tão duro assim não comprar, embora um ano talvez fosse um desafio difícil.
Diferente de vários blogs de mulheres que ficaram um período sem compras, minha conta bancária em momento algum esteve a perigo e eu nunca fui uma viciada em roupas. O que me motivou mesmo, além do investimento na viagem, foi a leitura de material de filosofia sobre o consumo. Meu pai comprou um livro de que me esqueci o nome, nós às vezes discutíamos sobre consumo, e eu acabei comprando o Vida para o consumo, do Bauman.
As reflexões trazidas pela leitura do livro me fizeram decidir pela experiência e tem tornado tudo bem mais fácil. Não comprar tem sido uma opção como qualquer outra e não um enorme sacrifício.
Em NY eu relaxei e comprei. Meu dinheiro foi embora praticamente sem controle e quando eu vi já tinha acabado. Mas já estavam na minha consciência atitudes em relação às compras que talvez eu não tomasse caso não tivesse o plano de um ano sem compras na cabeça: eu praticamente só comprei peças de roupa básicas, maquiagem de base, objetos que vou usar (um aparador de livros, uma lancheira térmica, um telefone e um tablet), pouca coisa de lembrança (uns imãs, uma caneca e um chaveiro) e larguei para lá milhares de coisas.
A regra das roupas era: se não ficar perfeito, não levo. E funcionou bem. Além disso, tiramos um único dia para fazermos compras num outlet e nos outros foram apenas passagens rápidas por algumas lojas. Era hora de relaxar e eu relaxei e curti muito.
E desde o primeiro momento eu percebi que NY é muito mais do que um simples destino de compras. É uma cidade inacreditável, lindíssima e cheia de descobertas. Os americanos de lá me surpreenderam por serem tão solícitos, embora às vezes eu me estressasse um pouco com seu comportamento tão eficiente em tudo, que não te dá tempo nem de pensar. Mas em nenhum momento padecemos por não ter ninguém para nos ajudar ou nos dar uma informação.
Nova York ainda está nos meus planos de viagens. Com certeza ainda volto lá um dia. E se você não tem grana para voltar com duas malas de 32k para o Brasil (coisa da qual vi vários brasileiros se gabando) mas tem o suficiente para passear, vá. Não perca tempo e vá. Traga uma caneca estampada com I ♥ NY só para não passar em branco e volte com a alegria que um lugar tão legal vai deixar dentro de você.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Regras sobre extras
Extra 1 - Viagens.
Posso viajar. Pro exterior, inclusive. Viajar é uma mistura de planejamento com oportunidade e se houver oportunidade com dinheiro na conta, pé na estrada!
- Em viagens para o exterior eu posso comprar o que eu quiser, dentro de uma cota de 700 dólares (EUA e América do Sul/Central) ou 800 euros (Europa), mas maquiagem e afins estão proibidos, perfume fica restrito a um, por causa do preço e livros, dois. É uma cota pra lá de folgada considerando a minha absoluta certeza de que já tenho tudo que eu preciso.
- Em viagens pelo Brasil, eu posso trazer UMA lembrança de viagem do local onde eu fui. Não vale comprar uma camiseta na C&A de Brasília ou um livro na livraria Cultura em São Paulo. É souvenir mesmo!
Extra 2 - Presentes
Posso receber presentes que estejam ou não na lista dos proibidões, afinal, não se recusa presente! E se eu ganhar algo da lista das exceções, a sapatilha preta, por exemplo, não posso usar mais a exceção.
Se eu ganhar $ de presente, o que quase não rola mais, posso comprar o que eu quiser.
Posso dar presentes. Mas apenas em ocasiões especiais. Datas comemorativas, aniversários, presentes de agradecimento, nascimento de bebês, casamentos etc.
Extra 3 - Reformas
Posso pintar e reformar o apartamento. Só que é uma decisão que deverá ser tomada com meus pais, que são os donos. E eu arcaria com parte delas. Quem sabe depois desse ano me sobre dinheiro economizado das compras para fazer essa reforma?
Posso viajar. Pro exterior, inclusive. Viajar é uma mistura de planejamento com oportunidade e se houver oportunidade com dinheiro na conta, pé na estrada!
- Em viagens para o exterior eu posso comprar o que eu quiser, dentro de uma cota de 700 dólares (EUA e América do Sul/Central) ou 800 euros (Europa), mas maquiagem e afins estão proibidos, perfume fica restrito a um, por causa do preço e livros, dois. É uma cota pra lá de folgada considerando a minha absoluta certeza de que já tenho tudo que eu preciso.
- Em viagens pelo Brasil, eu posso trazer UMA lembrança de viagem do local onde eu fui. Não vale comprar uma camiseta na C&A de Brasília ou um livro na livraria Cultura em São Paulo. É souvenir mesmo!
Extra 2 - Presentes
Posso receber presentes que estejam ou não na lista dos proibidões, afinal, não se recusa presente! E se eu ganhar algo da lista das exceções, a sapatilha preta, por exemplo, não posso usar mais a exceção.
Se eu ganhar $ de presente, o que quase não rola mais, posso comprar o que eu quiser.
Posso dar presentes. Mas apenas em ocasiões especiais. Datas comemorativas, aniversários, presentes de agradecimento, nascimento de bebês, casamentos etc.
Extra 3 - Reformas
Posso pintar e reformar o apartamento. Só que é uma decisão que deverá ser tomada com meus pais, que são os donos. E eu arcaria com parte delas. Quem sabe depois desse ano me sobre dinheiro economizado das compras para fazer essa reforma?
domingo, 18 de agosto de 2013
Regras da casa
Aqui, outra tortura.
Eu amo enfeitar, ajeitar, arrumar, decorar e caprichar na minha casinha para deixá-la linda e agradável. Mas isso terá que ser revisto porque os apelos do consumo gritam até naquela almofada fofa supernecessária na qual jamais você vai encostar a cabeça.
Percebi isso quando voltei de Fortaleza. Comprei um monte de coisa de renda e crochê, toalhinhas, caminhos de mesa, pano de bandeja, e está tudo no armário!
Então...
POSSO:
- Comprar tinta para pintar 2 mesinhas.
- Reformar o sofá.
- Consertar tudo o que quebrar ou já estiver quebrado.
NÃO POSSO COMPRAR:
- Eletrodomésticos e utensílios de cozinha.
- Toalhas de banho, de mesa, panos de prato, jogo americano, lençóis, cobertores, colchas, edredons e travesseiros.
- Qualquer objeto de decoração.
- Eletrônicos. Mesmo celular. Se, Deus me livre disso, eu perder os aparelhos que tenho, ou for roubada, terei que me virar com os velhinhos que sempre sobram pelos armários e só posso comprar outro em 27 de julho de 2014.
Eu amo enfeitar, ajeitar, arrumar, decorar e caprichar na minha casinha para deixá-la linda e agradável. Mas isso terá que ser revisto porque os apelos do consumo gritam até naquela almofada fofa supernecessária na qual jamais você vai encostar a cabeça.
Percebi isso quando voltei de Fortaleza. Comprei um monte de coisa de renda e crochê, toalhinhas, caminhos de mesa, pano de bandeja, e está tudo no armário!
Então...
POSSO:
- Comprar tinta para pintar 2 mesinhas.
- Reformar o sofá.
- Consertar tudo o que quebrar ou já estiver quebrado.
NÃO POSSO COMPRAR:
- Eletrodomésticos e utensílios de cozinha.
- Toalhas de banho, de mesa, panos de prato, jogo americano, lençóis, cobertores, colchas, edredons e travesseiros.
- Qualquer objeto de decoração.
- Eletrônicos. Mesmo celular. Se, Deus me livre disso, eu perder os aparelhos que tenho, ou for roubada, terei que me virar com os velhinhos que sempre sobram pelos armários e só posso comprar outro em 27 de julho de 2014.
sábado, 17 de agosto de 2013
Regras da cultura e compras afins
Show pode, cinema pode, sair pode, restaurante pode, museu pode, LIVRO NÃO PODE.
E é aí que o bicho pega feio.
Eu amo livros. Amo. AMO.
E pior, amo mais tê-los do que lê-los. É vergonhoso admitir isso.
E sim, será um ano sem comprar livros. A sorte é que tenho todos estes aqui para ler ou terminar de ler ó:
E mais, eu não estou proibida de ganhar presentes, muito menos livros. Um beijo para o Tito, que sempre me manda presentes, e para os meus pais, que compram muitos e não me deixarão privada de novidades!
Posso comprar: livros didáticos, caneta esferográfica azul, preta e vermelha (sou professora) e cartucho de impressora.
Exceções delícia:
- 1 filme por mês. Na minha casa em Petrópolis a gente não aluga filme, compra. E a família inteira vê depois. 1 por mês e de 14,90, no máximo.
- Livros de filosofia sobre o consumo. Um contra senso, já que não é livro didático. Mas foram eles que me trouxeram a esta experiência! Talvez eu compre mais um ou dois quando eu terminar os dois que já tenho. E se eu tiver tempo, claro.
- Palavras cruzadas.
Não posso comprar: livros de literatura e arte, físicos ou digitais. Revistas. CDs (velha) e DVDs de música. Coisas fofas, lindas e úteis (?) de papelaria. Cadernos, blocos. Caixas organizadoras e tudo mais que eu como boa virginiana gosto de comprar.
UM AVISO: vou à Bienal do Livro.
E é aí que o bicho pega feio.
Eu amo livros. Amo. AMO.
E pior, amo mais tê-los do que lê-los. É vergonhoso admitir isso.
E sim, será um ano sem comprar livros. A sorte é que tenho todos estes aqui para ler ou terminar de ler ó:
E mais, eu não estou proibida de ganhar presentes, muito menos livros. Um beijo para o Tito, que sempre me manda presentes, e para os meus pais, que compram muitos e não me deixarão privada de novidades!
Posso comprar: livros didáticos, caneta esferográfica azul, preta e vermelha (sou professora) e cartucho de impressora.
Exceções delícia:
- 1 filme por mês. Na minha casa em Petrópolis a gente não aluga filme, compra. E a família inteira vê depois. 1 por mês e de 14,90, no máximo.
- Livros de filosofia sobre o consumo. Um contra senso, já que não é livro didático. Mas foram eles que me trouxeram a esta experiência! Talvez eu compre mais um ou dois quando eu terminar os dois que já tenho. E se eu tiver tempo, claro.
- Palavras cruzadas.
Não posso comprar: livros de literatura e arte, físicos ou digitais. Revistas. CDs (velha) e DVDs de música. Coisas fofas, lindas e úteis (?) de papelaria. Cadernos, blocos. Caixas organizadoras e tudo mais que eu como boa virginiana gosto de comprar.
UM AVISO: vou à Bienal do Livro.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Regras da beleza!
Ô maravilha, um ano sem comprar maquiagem! Isso mesmo, você resistiria? Difícil, né? Vamos ver o que pode e o que não pode.
Pode:
- Tudo que for necessário para me limpar e um leave in (meu cabelo é ruim, não posso abrir mão).
- Cera de depilação.
- Tinta de cabelo. É, não tem jeito.
- Filtro solar.
- Creme anti-idade e ácidos. Também não tem jeito.
- UMA base compacta com filtro solar. A minha está quase no final e não tem como ficar sem.
- Lip balm, o que tenho está acabando e não uso batom.
- Gel para evitar bolhas nos pés.
- Pinça de sobrancelha (vivo perdendo), piranhinhas e elásticos de cabelo (arrebentam, quebram, somem).
OBS: TODOS estes itens só podem ser comprados quando o que eu estiver usando acabar.
Pode também:
- 2 cortes de cabelo.
- 4 limpezas de pele com profissional.
- 2 progressivas ou similar para apaziguar a juba (Duvido que faça. Só entrou aqui porque ando em crise com o cabelo. Mas passa.)
As minhas unhas sou sempre eu que faço, por isso não coloquei ressalva.
Não pode DE JEITO NENHUM:
- Hidratantes.Tenho estoque.
- Maquiagem. Todas. Qualquer tipo.
- Esmaltes.
- Perfumes.
- Escovas de cabelo, pentes, necessaires, pincéis de maquiagem., alicate de cutícula, tesourinha.
- Mudanças radicais no cabelo que demandem gastos no salão.
Pode:
- Tudo que for necessário para me limpar e um leave in (meu cabelo é ruim, não posso abrir mão).
- Cera de depilação.
- Tinta de cabelo. É, não tem jeito.
- Filtro solar.
- Creme anti-idade e ácidos. Também não tem jeito.
- UMA base compacta com filtro solar. A minha está quase no final e não tem como ficar sem.
- Lip balm, o que tenho está acabando e não uso batom.
- Gel para evitar bolhas nos pés.
- Pinça de sobrancelha (vivo perdendo), piranhinhas e elásticos de cabelo (arrebentam, quebram, somem).
OBS: TODOS estes itens só podem ser comprados quando o que eu estiver usando acabar.
Pode também:
- 2 cortes de cabelo.
- 4 limpezas de pele com profissional.
- 2 progressivas ou similar para apaziguar a juba (Duvido que faça. Só entrou aqui porque ando em crise com o cabelo. Mas passa.)
As minhas unhas sou sempre eu que faço, por isso não coloquei ressalva.
Não pode DE JEITO NENHUM:
- Hidratantes.Tenho estoque.
- Maquiagem. Todas. Qualquer tipo.
- Esmaltes.
- Perfumes.
- Escovas de cabelo, pentes, necessaires, pincéis de maquiagem., alicate de cutícula, tesourinha.
- Mudanças radicais no cabelo que demandem gastos no salão.
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